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Cláudio Cadeco (45 anos) Rio

Quando ouvi Parole Parole pela primeira vez, logo percebi que aquela intérprete não era uma cantora comum. Havia algo mais em Dalida do que sua estupenda voz. Seu corpo perfeito, seus cabelos exuberantes, mas acima de tudo , sua alma. Sua voz saia da alma. A presença de Dalida no palco já era de arrepiar, mas quando cantava nos transportava para um mundo onde podíamos amar sem limites e com toda autenticidade. Dalida foi assim, autêntica. Foi verdadeira consigo, suportou as dores dos desamores até onde pode. Foi verdadeira no palco, pois demonstrava ali toda a sua dor, alegria e todo o seu amor. Demonstrou todos os sentimentos humanos de forma elegante e poderosa. Dalida é sinônimo de sentimento. Um sentimento bom que fica ao olharmos a sua imagem, ao ouvirmos as suas canções. Eu sabia que por trás daquela voz havia uma cantora incrível. Naquele dia eu descobri Dalida. Era puro sentimento.

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